A gestão da produção, no que tange a indústria, é de responsabilidade da Diretoria de Produção do Combustível Nuclear – DPN, e no que diz respeito à mineração e beneficiamento de minérios à Diretoria de Recursos Minerais – DRM.
A produção do urânio é feita pelas Indústrias Nucleares do Brasil (INB), empresa estatal que integra o MCT. Em 2007, foi autorizado o empenho de R$ 426 milhões para aporte na companhia. Desse dinheiro, R$ 386 milhões foram empenhados e R$ 273 milhões pagos. Em 2008, a INB recebeu mais recursos no orçamento: R$ 509 milhões foram o valor autorizado. O MCT empenhou R$ 439 milhões e pagou R$ 346 milhões. A planta da INB, situada em Rezende (RJ), passou pelas últimas inspeções da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) e de observadores brasileiros e está pronta para iniciar a produção do urânio em escala industrial, segundo reportagem de O Estado de S. Paulo do dia 24 de janeiro. Em 2014, as dez cascatas de centrífuga usadas para a produção estarão operando em volume para abastecer 100% da demanda de urânio da usina de Angra 1 e 20% da demanda de Angra 2. O País gasta US$ 100 milhões anuais na importação de serviços de enriquecimento de urânio para as usinas nucleares nacionais.
quinta-feira, 30 de julho de 2009
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